Ele foi abandonado. Ajude que a causa não seja.

Há gente que quando decide cuidar de um bichinho, gosta e se preocupa de verdade, vai até o limite do impossível porque ele cria status de gente, e a vida dele passa a ser a sua. Foi assim comigo e Neguinho. Pra mim, somente Nego. Ele veio da rua, abandonado, muito pequeno, um pingo de gato. Quem o resgatou não ficou com ele, e quem ficou nunca foi seu porto seguro de verdade. Ele cresceu em uma vila, cercado de muita gente – mas só, e sem um lar de verdade.
(do Os gatos e eu, blog da Cleo)

Felizmente, existem pessoas que mesmo na correria, encontram tempo e amor para doar.

Felizmente, existem pessoas, que mesmo com tanto o que fazer, olham para o lado, e encontrando a necessidade e a dor, viram-se em mais um para poder ajudar.

Felizmente, existem pessoas que não medem esforços, não medem recursos para apaziguar o sofrimento.

É o caso da Cleo.

A Cleo trabalha num ateliê de moda, por conta própria. Morava na Vila ali pertinho da A Obra, onde era também o seu ateliê. Lá ela costumava receber o Nego, um gatinho preto, sem dono, mas que foi levado para lá por outros moradores.

E olha que a Cleo já tem três gatos.

Como ele não tinha um lar, ela frequentemente o alimentou e cuidou como se fosse seu.

Mas aí o Nego contraiu AIDS felina. E ficou muito doente. Já não comia, não andava, não miava.

E quando isso aconteceu muitos sugeriram que ele fosse deixado num lote vago para morrer.

Com a demolição da Vila, todos se foram, deixando o Nego.

Menos a Cleo.

Ela não pensou em tempo, em recursos, em dinheiro, ela não pensou que ela mesma estaria a pouco, sem sua casa, seu local de trabalho.

Ela decidiu agir para salvar o bichinho, para no mínimo, aliviar seu sofrimento até a inevitável morte.

Mas o Nego não tinha muito tempo. Ela teve que ser rápida. E às vezes, a ajuda não vem rápido…

Mas mais uma vez, a Cleo não pensou em tempo, em recursos, em dinheiro. Custeou todo o tratamento do bichinho. Esperava que a ajuda viesse logo após. Mas ela infelizmente não veio.

Hoje viemos pedir ajuda para a Cleo, com os custos que ela teve. Ela não teve ajuda, mas ainda pode ter. Porque ela merece. Porque ela teve e tem um coração enorme. E porque atos como o dela precisam acontecer, custe o que custar.

Por favor, ajudem, divulgando ou contribuindo. Ajudem a fazer valer esse ato de amor, esse esforço para além de si mesmo. Não importa a quantia. De novo, sempre lembramos, quanto mais gente ajuda, com menos temos que contribuir:

http://www.vakinha.com.br/Vaquinha.aspx?e=35961#

De cá, contribuímos, agradecemos e torcemos para que ela vença pelo menos essa parte da luta.

Contamos com a boa vontade e a grandeza de coração que, temos certeza, muitos têm.

Para saber mais sobre a Cléo:
Os gatos e eu
Ateliê de Moda 

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